Adilson Maghá: A Trajetória de um Ícone do Teatro Mineiro que Deixou Saudade

Adilson Maghá: Uma Lembrança na Cena Mineira
O ator mineiro Adilson Maghá, famoso por seu papel como Cego na novela, faleceu em 2016, aos 68 anos, após lutar contra um câncer no pulmão. De acordo com informações do site G1, seu filho, o ator e bailarino Gustavo Marquezini, revelou que, apesar do tratamento, a doença evoluiu para metástase, atingindo o cérebro de Adilson, que não sobreviveu.
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No dia de sua morte, o amigo Pedro Paulo Cava expressou seu pesar nas redes sociais, destacando a tristeza que a cena mineira sentiu com a partida do artista.
Cava descreveu Adilson como “um dos mais instigantes e criativos atores brasileiros”, ressaltando sua generosidade, alegria e profissionalismo. Ele também enfatizou a importância do ator na luta pelo bom teatro em Minas Gerais, mencionando que o palco, a TV e o cinema foram fundamentais em sua carreira.
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Trajetória Artística
A carreira de Adilson Maghá começou nos anos 60, inicialmente como cantor e compositor. Com o tempo, ele se firmou como autor, ator e diretor no teatro. Embora estivesse habituado ao palco, foi apenas nos anos 80 que ele se aventurou no audiovisual brasileiro, fazendo sua estreia na televisão na minissérie ‘Grande Sertão Veredas’, da TV Globo.
A partir daí, sua carreira ganhou impulso e ele se destacou em diversos papéis.
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Adilson interpretou Evaristo na novela ‘Sete Pecados’ e Raimundão na minissérie ‘Amazônia’. Em 2009, ele deu vida ao personagem Siro, um guru do personagem de Lima Duarte, Shankar, na novela ‘Caminho das Índias’. Em 2010, atuou na novela ‘Araguaia’.
Sua participação em ‘Velho Chico’ foi breve, mas deixou uma marca significativa. Além disso, Adilson também participou de diversos curtas e longas-metragens, recebendo prêmios por seu trabalho.
Autor(a):
Ricardo Tavares
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.



