Açúcar e Café despencam na Bolsa de Nova York; produção no Brasil impacta preços!

A desvalorização do açúcar e café na Bolsa de Nova York surpreende! Descubra como a produção no Brasil e os preços do petróleo influenciam o mercado.

28/05/2026 02:31

2 min

Açúcar e Café despencam na Bolsa de Nova York; produção no Brasil impacta preços!
(Imagem de reprodução da internet).

Desvalorização do Açúcar e Café na Bolsa de Nova York

Os contratos futuros de açúcar encerraram a sessão desta quarta-feira (27) com queda na bolsa de Nova York. A desvalorização foi impulsionada pela Unica, que anunciou um aumento na produção no Brasil. O contrato para entrega em julho teve uma redução de 2,75%, fechando a US$ 14,14 por libra-peso.

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Segundo o Barchart, os preços atingiram a mínima de um mês durante essa sessão.

A Unica informou que a produção de açúcar no Centro-Sul do Brasil deve crescer 55,3% na safra 2026/27 em comparação ao ano anterior, totalizando 2,475 milhões de toneladas. A safra será favorecida por maiores rendimentos, com a sacarose por tonelada de cana alcançando 112,58 kg, um aumento de 5,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

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Além disso, a queda nos preços do petróleo bruto, que atingiu mínimas de cinco semanas, também pressionou o mercado.

Impacto no Café e Suco de Laranja

A desvalorização da moeda brasileira afetou as cotações futuras do café arábica na Bolsa de Nova York. O contrato de julho encerrou com uma queda de 1,51%, cotado a US$ 2.698 por libra-peso. O Barchart destacou que as negociações recuaram para mínimas de uma semana e meia, o que torna o café brasileiro mais competitivo em relação a outros produtores.

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No setor de suco de laranja, o contrato para entrega em julho registrou uma desvalorização de 5,65%, com preço de US$ 1.671,00 por tonelada. A pressão sobre os preços do combustível está prejudicando o setor da cana-de-açúcar, conforme apontou Fava Neves.

Expectativas para o Cacau e Algodão

As expectativas de aumento da safra de cacau na Costa do Marfim e a valorização do dólar impactaram as cotações futuras na Bolsa de Nova York. O contrato para entrega em julho fechou com uma baixa de 0,70%, cotado a US$ 4.140 por tonelada. O Barchart observou que, apesar de os preços do cacau terem alcançado máximas de uma semana e meia, fecharam em baixa devido à recuperação do índice do dólar, que estimulou a liquidação de posições compradas.

Além disso, a previsão de uma oferta abundante de cacau deve continuar influenciando os preços, que atingiram o maior nível em quase dois anos, totalizando 2.745.277 sacas na sessão anterior. No mercado de algodão, o contrato futuro para entrega em dezembro, o mais negociado, fechou em queda de 1,42%, cotado a US$ 78,66 por libra-peso.

A valorização do dólar e a forte queda do petróleo bruto estão pressionando as cotações da fibra norte-americana.

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Com formação em Jornalismo e especialização em Saúde Pública, Lara Campos é a voz por trás de matérias que descomplicam temas médicos e promovem o bem-estar. Ela colabora com especialistas para garantir informações confiáveis e práticas para os leitores.

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