A Copa do Mundo de 2026 será o último capítulo de Lionel Messi no maior torneio de futebol do mundo. O craque argentino, que completará 39 anos durante a competição, se prepara para sua sexta participação em Mundiais, igualando-se a Cristiano Ronaldo em número de edições jogadas.
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Atual campeão, Messi chega à competição com um peso a menos, já que a vitória na última edição encerrou uma longa busca pelo título que faltava em sua carreira. Agora, o astro argentino almeja um feito ainda mais raro: conquistar o bicampeonato consecutivo com a Albiceleste, que busca seu quarto título mundial.
Mesmo jogando no Inter Miami, dos Estados Unidos, Messi mantém um desempenho notável, com mais de 80 gols marcados nas últimas temporadas e sendo eleito o melhor jogador da MLS por dois anos seguidos. Ele continua a ser a principal referência técnica e a liderança da seleção, que deposita grandes esperanças em sua capacidade de conduzir o time ao tetracampeonato.
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Com 13 gols marcados em Copas do Mundo, Messi enfrenta um novo desafio: alcançar o recorde de 16 gols, atualmente detido pelo ex-jogador alemão. Se mantiver o bom desempenho ofensivo demonstrado nas últimas competições, o argentino pode não apenas igualar, mas também ultrapassar essa marca.
Em entrevista à CNN, o jornalista Ezequiel Fernández Moores, do La Nación, comentou sobre a importância de Messi na Copa. “Ele será uma das principais figuras do Mundial, especialmente por jogar nos Estados Unidos e por ter sido campeão ali. Isso o coloca em um centro inevitável das atenções”, afirmou Ezequiel.
O jornalista também destacou a pressão que Messi enfrentará devido à sua aposentadoria iminente, já que este será seu último Mundial. “É algo que nunca é simples para as grandes estrelas do futebol”, completou.
A cobertura da CNN Brasil contará com uma equipe dedicada nas principais frentes da Copa do Mundo. Ludmila Candal, apresentadora do CNN Esportes, acompanhará de perto o dia a dia da seleção, desde a preparação na Granja Comary até a trajetória no Mundial.
Priscila Yazbek, correspondente internacional, ficará responsável pela cobertura do jogo de abertura, entre México e África do Sul, que marcará o início oficial da competição.
Diretamente dos Estados Unidos, o comentarista Bruno Rodrigues contribuirá com conteúdos voltados às redes sociais, ampliando a presença digital da emissora com bastidores, análises e entradas ao vivo ao longo do torneio.
A rede de correspondentes internacionais foi estruturada para oferecer uma cobertura abrangente dos diferentes ângulos da competição. Em Washington, D.C., Mariana Janjácomo analisará os desdobramentos geopolíticos do evento. A operação ganha ainda mais relevância com a parceria com a Rádio Itatiaia, que manterá profissionais em Dallas e Nova York para participações ao vivo e boletins exclusivos na programação da CNN.
No fim do dia, a emissora exibirá o programa “CNN na Copa”, ancorado por Ludmila Candal, com um resumo dos principais acontecimentos do Mundial. No digital, a emissora investe em uma programação robusta no YouTube, com lives diárias de até duas horas, sob o comando de Jairo Nascimento, que contará com análises, repercussão dos jogos e a participação de convidados especiais, incluindo comentários de ex-jogadores que foram titulares da Seleção.
Autor(a):
Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.
