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A qualidade do sono é mais relevante que a quantidade

Dormir adequadamente é um dos alicerces para uma vida equilibrada e saudável. Mais do que apenas repouso, o sono desempenha um papel essencial na recupe…

Por: Marcos Oliveira

01/09/2025 13:02

6 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Dormir adequadamente é um dos pilares para manter uma vida equilibrada e saudável. Mais do que apenas descansar, o sono desempenha um papel essencial na recuperação do corpo e da mente, influenciando diretamente o bem-estar diário. Apesar de se discutir com frequência a faixa de oito horas como ideal, a realidade é que cada indivíduo possui necessidades próprias, e a qualidade desse repouso pode ser tão ou até mais importante do que a quantidade.

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Na realidade, cada pessoa possui uma necessidade de sono individual. Costumo afirmar que a quantidade de sono necessária é como a quantidade de calorias que precisamos ingerir para viver. Alguns necessitam de mais, outros de menos, explica o otorrinolaringologista Dr. Paulo Reis, especialista em medicina do sono e coordenador científico do grupo Bonviv Brasil.

É importante compreender suas necessidades em relação ao tempo de sono. Oito horas é a quantidade que a maioria da população precisa, em média, mas existem pessoas que necessitam de mais ou menos. Adolescentes e gestantes, por exemplo, tendem a ter uma necessidade de sono maior em relação ao seu parâmetro habitual. É como se você gastasse 2000 calorias normalmente e, ao iniciar uma atividade física mais intensa, seu corpo passasse a pedir mais, diz o médico.

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Dormir mais não implica em dormir melhor.

Um sono de qualidade vai muito além da quantidade de horas dormidas. Segundo o Dr. Paulo Reis, não basta simplesmente dormir a noite inteira para ter um sono de qualidade. “As pessoas muitas vezes têm a percepção equivocada de que dormir muito ou dormir a noite inteira é sinônimo de ter dormido bem. E isso nem sempre é verdade. Se você dormiu um sono mais superficial ou fragmentado, por exemplo, terá um sono de qualidade ruim, apesar de ter dormido a noite toda”, ressalta.

Ademais, certas enfermidades podem comprometer a qualidade do sono. “Doenças intrínsecas ao sono, como o ronco, a apneia do sono e a síndrome das pernas inquietas, por exemplo, são fatores comuns na população que causam um sono”, adiciona.

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Fatores que afetam o repouso.

O especialista em otorrinolaringologia afirma que uma boa noite de sono engloba não apenas um tempo de sono adequado para que o cérebro e o corpo descansem e se recuperem, mas também inclui outros fatores, como a continuidade durante a noite (sono contínuo com poucas interrupções e despertares), os estágios normais de sono (do mais leve ao mais profundo e ao REM) em proporções adequadas e a regularidade nos horários de dormir e acordar, considerando as particularidades de cada indivíduo.

O médico complementa que, para avaliar a qualidade do sono, é importante considerar:

O médico aponta que, de forma prática, o bom sono se manifestará ao acordar descansado, com energia e concentração adequados ao longo do dia, sem a necessidade de usar estimulantes, como cafeína e derivados.

A regularidade do sono é fundamental para a saúde física e mental.

A qualidade do sono também depende, por exemplo, da regularidade. “Sono com regularidade significa horários consistentes para deitar e acordar, inclusive nos finais de semana, buscando uma variação máxima de uma hora para mais ou menos”, afirma o Dr. Paulo Reis.

Ele ressalta que é de extrema importância adotar hábitos diurnos que promovam uma rotina de horários para dormir. “A exposição à luz natural pela manhã e a redução de luzes intensas à noite, o evitar o consumo de cafeína após o almoço e o álcool próximo à hora de dormir, a prática de exercícios regulares, a criação de uma rotina relaxante antes de dormir e a manutenção do quarto escuro, silencioso e confortável, contribuirão para manter essa regularidade”, aconselha.

Ademais, é reduzir a velocidade para conseguir descansar adequadamente durante a noite. “As pessoas têm se perdido bastante no quesito horário de dormir devido às demandas profissionais e sociais. Somos muito estimulados à noite, um momento que deveria estarmos desacelerando”, explica o especialista.

Evite sonecas diurnas.

O médico ainda levanta a questão sobre o costume de se fazer sonecas diurnas para compensar a falta de horas de sono noturno. A pausa para dormir durante o dia pode ser utilizada, de fato, para suprir as horas de descanso não dormidas à noite. Contudo, é preciso lembrar que o sono durante o dia não possui a mesma eficiência e qualidade do sono noturno, afirma o Dr. Paulo Reis.

É importante evitar cochilos prolongados para não comprometer a qualidade do sono noturno. “Cochilos longos (acima de 40 minutos) tendem a dificultar que a pessoa durma na noite seguinte”, afirma o especialista.

Uma boa noite de sono influencia a saúde física e mental.

É importante, além de dormir o tempo necessário, prestar atenção à qualidade do sono, pois isso é essencial para assegurar o bem-estar e o bom humor durante o dia, bem como para a manutenção da saúde e a prevenção de diversas doenças, como a hipertensão e o diabetes.

Valorizar o sono na quantidade certa, no horário certo, mantendo a regularidade nos horários de dormir e acordar, melhora significativamente a produtividade física, mental e emocional, prevenindo também uma série de doenças, conclui o especialista em sono.

Por Maria Claudia Amoroso

Fonte por: Carta Capital

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Foto do Marcos Oliveira

Autor(a):

Marcos Oliveira

Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.

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