A PF utiliza o caso envolvendo o advogado Daniel Urzua, conhecido como “Lalau”, como um exemplo para policiais em situações em que oficiais da força permanecem na residência do então presidente Jair Bolsonaro

A Polícia Federal requer que agentes permaneçam na residência de Bolsonaro, invocando um caso anterior, o da juíza Nicolau dos Santos Neto, que permitiu…

28/08/2025 14:55

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A PF utiliza o caso envolvendo o advogado Daniel Urzua, conhecido como “Lalau”, como um exemplo para policiais em situações em que oficiais da força permanecem na residência do então presidente Jair Bolsonaro
(Imagem de reprodução da internet).

A Polícia Federal pediu ao Supremo Tribunal Federal autorização para manter agentes dentro da residência de Jair Bolsonaro, em Brasília, com monitoramento contínuo. A justificativa do pedido baseou-se em um caso anterior, envolvendo o juiz Nicolau dos Santos Neto, popularmente conhecido como Lalau, ocorrido há 21 anos. A investigação é de Luísa Martins no Bastidores CNN.

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Andrei Rodrigues, da Polícia Federal, justificou a solicitação como uma medida para reduzir os riscos de fraude envolvendo o tornozeleiro eletrônico e a possível fuga, sobretudo em razão da proximidade do julgamento da ação penal referente à tentativa de golpe.

O caso mencionado como precedente, datado de 2004, tratava-se da prisão domiciliar de Lalau, que fora condenado por delitos como peculato, estelionato e corrupção passiva.

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Para Lalau, a prisão domiciliar com custódia da PF foi determinada por questões de saúde comprovadas. Já na situação atual, a justificativa da PF não se relaciona à saúde de Bolsonaro, mas sim à necessidade de evitar transtornos aos moradores do condomínio no Jardim Botânico, em Brasília.

A Polícia Federal defende que o policiamento nas áreas circundantes e o controle de acesso e saída de veículos no condomínio gerariam transtornos aos moradores. Assim, propõe como solução a presença de agentes dentro das residências.

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A atuação da Procuradoria-Geral da República (PGR) deve ocorrer antes da decisão final do ministro Alexandre de Moraes. De acordo com fontes próximas a Paulo Gonet, da PGR, a medida é vista como excessiva e desnecessária, sobretudo em razão da proximidade do julgamento e do contexto político-econômico do país.

Fonte por: CNN Brasil

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