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A OMS afirma que a solidão contribui para aproximadamente um milhão de mortes anualmente

Um estudo aponta que cerca de uma pessoa a cada seis habitantes do planeta enfrenta a questão, elevando o risco de desenvolver enfermidades graves.

Por: Gabriel Furtado

10/09/2025 12:21

3 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

A solidão provoca quase um milhão de mortes anualmente, ou aproximadamente 100 por hora, conforme aponta um relatório recente da Organização Mundial da Saúde (OMS). O documento destaca o impacto das relações sociais na saúde, bem como seus resultados em diversos contextos. A OMS visa, por meio do documento, sensibilizar sobre o problema e a necessidade de os países adotarem medidas relacionadas.

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A solidão impacta aproximadamente uma pessoa a cada seis habitantes do planeta, devido a fatores como morar sozinho, questões de saúde, carência de suporte e restrições no acesso a tecnologias. O estudo distingue solidão de isolamento social: a primeira se refere a um sentimento de sofrimento pela ausência de vínculos sociais, enquanto o isolamento é a falta dessas conexões na rotina diária.

Segundo a OMS, a solidão não é um problema exclusivo da velhice – estima-se que 21% dos adolescentes entre 13 e 17 anos e 17,4% dos jovens na faixa dos 18 aos 29 anos se sintam solitários. O fenômeno também é maior nos países pobres, onde afeta uma em cada quatro pessoas. Grupos minorizados, como pessoas com deficiência, migrantes ou população LGBTQIA+, enfrentam ainda mais barreiras à socialização.

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A pesquisa indica que a vida solitária está relacionada a um risco elevado de doenças cardiovasculares, como depressão e ansiedade, além de declínio cognitivo. “Existem diversas evidências sólidas que avaliam esse tema e demonstram que os relacionamentos sociais influenciam a mortalidade de forma comparável a fatores de risco bem estabelecidos, como o tabagismo”, afirma o psiquiatra Luiz Zoldan, gerente médico do Espaço Einstein de Saúde Mental e Bem-Estar do Einstein Hospital Israelita. “Estudos mostram que indivíduos com fortes laços têm 50% mais chances de sobreviver em comparação com os isolados, por exemplo.”

Isso ocorre devido ao impacto da ansiedade na saúde de diversas maneiras. Ela pode desencadear uma resposta de estresse que afeta diferentes sistemas — como endócrino, imune e cardiovascular —, provocando alterações hormonais e inflamatórias associadas a várias doenças crônicas.

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Adicionalmente, o distanciamento social eleva o risco de práticas nocivas, tais como o consumo excessivo de álcool, o sedentarismo e a menor adesão a tratamentos de saúde. As interações sociais também auxiliam na resolução de questões cotidianas, proporcionam maior motivação e bem-estar.

Para a OMS, investir em conexões sociais fortalece o tecido social e tem impacto direto nas comunidades. Não é somente um bem emocional, mas uma questão de saúde pública. É um tema preponderante que precisa ser tratado com políticas públicas eficazes, afirma Zoldan.

Novo estudo aponta que a instabilidade financeira eleva o risco de óbito em mulheres na faixa etária intermediária.

Fonte por: CNN Brasil

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Foto do Gabriel Furtado

Autor(a):

Gabriel Furtado

Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.

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