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A disfunção erétil perdeu o caráter de tabu, e o SUS registra aumento no tratamento

Registros do Ministério da Saúde indicam elevação no número de consultas em regime ambulatorial para a respectiva doença; especialista analisa as causas.

Por: Gabriel Furtado

04/09/2025 4:06

6 min de leitura

A disfunção erétil continua sendo um assunto delicado entre os homens. No entanto, dados recentes indicam uma mudança no comportamento, com aumento da procura por consultas médicas e por tratamentos relacionados à impotência sexual.

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O cenário demonstra como a doença deixa, gradualmente, de ser um tabu e passa a ser vista como uma questão de saúde, como as outras. Conforme levantamento do Ministério da Saúde feito sob solicitação da CNN, os procedimentos ambulatoriais realizados em pacientes com impotência de origem orgânica no Sistema Único de Saúde (SUS) quase dobraram nos últimos cinco anos.

Evolução dos casos de disfunção erétil

Conforme a tabela apresentada, o número de atendimentos relacionados a casos de disfunção erétil tem aumentado desde 2019. A única exceção ocorreu em 2020, o ano em que a pandemia de Covid-19 se disseminou.

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Os dados indicam o volume de atendimentos, e não o número de pessoas; uma mesma pessoa pode ser atendida em múltiplas ocasiões.

Quais fatores contribuem para o aumento no número de atendimentos de disfunção erétil?

Para o urologista do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo (HSPE), Rafael Ambar, a tendência de aumento pode ser justificada por fatores que incluem o aumento da expectativa de vida, a valorização da qualidade de vida na população idosa e o desejo de prolongar a atividade sexual na idade mais madura.

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Adicionalmente, a crescente incidência de obesidade, da síndrome metabólica e de transtornos mentais, que são fatores associados à disfunção erétil, é ressaltada pelo médico.

O especialista ressalta, nos últimos anos, a importância da internet e dos meios de comunicação na disseminação de informações sobre o assunto. “Reduzindo o constrangimento e a resistência que muitos homens tinham em procurar auxílio médico.”

Como identificar a disfunção erétil e procurar ajuda

A disfunção erétil, além de ser um incômodo na vida sexual, pode indicar que há algo sério acontecendo no organismo. Definida como a incapacidade de manter ou atingir a ereção, a condição afeta aproximadamente 50% dos brasileiros com mais de 40 anos, conforme a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). Segundo Ambar, a impotência tem como principal fator de risco problemas circulatórios.

Ele recorda que as artérias do pênis são menores que as do coração, o que leva aos sintomas a se manifestarem antecipadamente.

Além da dificuldade de ereção, incluem-se problemas de ejaculação e orgasmo. “Os sinais costumam se manifestar de dois a cinco anos antes dos relacionados ao coração, por exemplo. Estudos apontam que homens portadores de disfunção apresentam risco até 1,6 vezes maior de desenvolver doença coronariana”, acrescenta.

Outros fatores que potencializam o risco de impotência são: colesterol elevado, pressão alta, diabetes, obesidade e tabagismo.

A rotina intensa, o padrão alimentar rico em alimentos ultraprocessados, gordura saturada e açúcar, a adoção de um estilo de vida mais sedentário, o consumo de álcool e outras drogas contribuem para o agravamento desses fatores de risco. Homens sedentários apresentam até 70% mais risco de desenvolver o quadro em comparação com os que são ativos.

Além da saúde física, aspectos emocionais também desempenham papel central. “É crucial ressaltar o papel da saúde mental na sexualidade e na disfunção erétil. Fatores como a depressão, ansiedade, estresse, problemas de relacionamento e o uso de medicações (antidepressivos e ansiolíticos) podem estar relacionados à disfunção erétil psicogênica – o que corresponde a aproximadamente 75% dos casos quando avaliados homens de até 45 anos”, completa.

Apesar de ser limitado, o preconceito continua.

Apesar dos avanços e do aumento dos procedimentos, como evidenciado pelos dados apresentados, a disfunção erétil ainda enfrenta preconceitos que dificultam a procura por assistência médica.

Isto ocorre devido à associação equivocada, na perspectiva de Ambar, do papel social que o homem moderno ainda precisa assumir à função erétil e ao desempenho sexual.

O urologista explica que o homem moderno frequentemente se sente pressionado a manter um perfil másculo, forte e viril. Isso leva à disfunção erétil a ser vista como um fracasso pessoal, motivo de vergonha e, em alguns casos, a desencadear sintomas depressivos.

Ele argumenta que transformações sociais e o suporte de parcerias são mecanismos que auxiliam na diminuição desse estigma. Contudo, para muitos, revelar a situação a um médico ainda é um momento difícil.

Como é realizado o tratamento

O tratamento é abrangente e abrange desde alterações de costumes até procedimentos cirúrgicos, conforme a gravidade de cada situação.

Ambar afirma que o primeiro passo é orientar o paciente sobre a importância do estilo de vida, incluindo a prática regular de atividade física, a alimentação saudável, a cessação do tabagismo e a redução do estresse.

A médica ainda sugere a indicação de sessões de psicoterapia com um profissional qualificado na área.

Quando necessário, podem ser prescritos medicamentos por via oral, que podem ser utilizados diariamente ou apenas quando necessário. “Elas costumam ser bastante eficazes, apresentando baixa incidência de efeitos colaterais”, ressalta.

Em caso de ausência de resposta, pode-se recorrer a injeções aplicadas diretamente no pênis antes da relação sexual. E, por fim, ao implante de prótese peniana, que proporciona uma solução definitiva.

É importante não negligenciar os sinais e procurar um médico ao identificar dificuldades persistentes de ereção.

A disfunção erétil impacta significativamente a autoconfiança e a qualidade de vida de cerca de 100 milhões de homens em todo o mundo. Tratá-la transcende a esfera sexual, envolvendo a qualidade de vida, a saúde mental, o restabelecimento de relacionamentos e a prevenção de doenças, conclui Ambar.

Fonte por: CNN Brasil

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Foto do Gabriel Furtado

Autor(a):

Gabriel Furtado

Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.

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