O ocorrido ocorreu na região de Ryazan, distante 320 quilômetros de Moscou, na sexta-feira (15).
O número de mortos em uma explosão inexplicável na semana passada em uma unidade de produção na região de Ryazan, na Rússia, aumentou para pelo menos 20, com outras 134 pessoas feridas, informaram os serviços de emergência locais nesta segunda-feira (18).
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Pavel Malkov, governador da região de Ryazan, ao sudoeste de Moscou, declarou na sexta-feira (15) que o ocorrido teve como causa um incêndio em uma oficina da fábrica.
Não ficou claro, segundo relatos da mídia russa, o que provocou o incêndio ou qual era o produto fabricado na fábrica. Fontes oficiais russas não forneceram detalhes além dos esforços para localizar e atender os feridos.
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Até 18 de agosto, 20 pessoas faleceram em razão do incidente de emergência, informou a sede do serviço de emergência local em uma publicação no Telegram.
Há 134 feridos, dos quais 31 pacientes se encontram em hospitais em Ryazan e Moscou, e 103 pacientes recebem tratamento ambulatorial.
Uma explosão em uma fábrica na região russa de Ryazan causou a morte de 11 pessoas e deixou 130 feridos, segundo o Ministério de Emergências da Rússia, no sábado (16).
O ministério afirmou, em comunicado no Telegram, que as equipes de resgate prosseguem com as buscas nos destroços, localizados a 320 km a sudeste de Moscou.
A Reuters confirmou a localização com base no formato e na posição dos edifícios e árvores, que coincidiam com as imagens de satélite da área. A data foi confirmada por um comunicado do Ministério de Emergências da Rússia.
A origem do incêndio não foi esclarecida, e a natureza da produção da fábrica permaneceu incerta. Drones ucranianos já haviam realizado ataques a infraestruturas militares e econômicas na região de Ryazan.
Alguns meios de comunicação russos informaram que a explosão foi resultado de poeira incendiada.
Fonte por: CNN Brasil
Autor(a):
Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.