6 dicas práticas para evitar o overtraining
A possibilidade de overtraining, que se refere ao excesso de treinamento, pode ser minimizada através de adaptações na rotina, tais como o cumprimento d…

O risco de overtraining, que se refere ao excesso de treinos, pode ser minimizado com ajustes na rotina, incluindo o cumprimento de protocolos de descanso e recuperação. Esses cuidados, conforme aponta o fisioterapeuta esportivo Matheus Lima, do Grupo Kalin, são essenciais para proteger a saúde muscular e assegurar resultados consistentes. A prática de atividades físicas com intensidade elevada, sem a devida pausa, pode levar à diminuição do desempenho, fraqueza muscular e maior vulnerabilidade a lesões.
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A performance só melhora quando há estímulo e recuperação. O corpo precisa desse ciclo para se adaptar e evoluir. Sem descanso, não há progresso, apenas desgaste. O especialista reforça que a prevenção é sempre o melhor caminho: Muitas lesões poderiam ser evitadas se houvesse mais atenção ao descanso e à recuperação. Cuidar do corpo é o verdadeiro segredo para resultados consistentes.
Abaixo, consulte as principais recomendações do fisioterapeuta para evitar o overtraining!
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Respeite os dias de descanso.
A prática diária de exercícios, sem interrupções, é um dos principais fatores que levam ao overtraining. É recomendável alternar treinos intensos com dias de recuperação ativa, como caminhadas leves ou alongamentos.
Priorize um sono de boa qualidade.
Dormir entre 7 e 9 horas por noite favorece a recuperação muscular e o equilíbrio hormonal. O estudo “The effect of acute sleep deprivation on skeletal muscle protein synthesis and the hormonal environment”, publicado na revista científica Physiological Reports, indica que uma noite sem dormir pode:
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Manter a periodização do treino.
A organização de períodos de intensidade, ajustando a carga, o volume e o tipo de exercício, possibilita uma progressão segura e constante, evitando o excesso de esforço nos músculos e articulações.
Preste atenção aos sinais do seu corpo.
A persistência de fadiga, a dor muscular que não melhora e a queda no desempenho são indicativos de que é preciso reduzir o ritmo. Negligenciar esses sinais pode intensificar lesões.
Adote uma alimentação equilibrada.
A reposição adequada de proteínas, carboidratos e micronutrientes é essencial para a recuperação. Deficiências nutricionais elevam o risco de inflamações e dores.
Procure orientação especializada.
O treinamento sob a orientação de fisioterapeutas e educadores físicos auxilia na identificação de limites individuais e na prevenção de sobrecarga.
Por Beatriz Pinheiro
Fonte por: Carta Capital
Autor(a):
Redação Clique Fatos
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