6 dicas para aumentar a segurança durante a mamografia

A mamografia é um exame de imagem fundamental para a saúde da mulher, empregada principalmente na detecção precoce do câncer de mama. O procedimento pos…

28/08/2025 22:02

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6 dicas para aumentar a segurança durante a mamografia
(Imagem de reprodução da internet).

A mamografia é um exame de imagem fundamental para a saúde da mulher, empregada principalmente na detecção precoce do câncer de mama. O procedimento possibilita identificar alterações nos seios, como nódulos ou microcalcificações, frequentemente antes de serem aparentes ao toque.

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O câncer de mama é um dos tumores mais frequentes nas mulheres, com projeção de 73 mil novos casos neste ano, conforme dados do Ministério da Saúde. Contudo, persistem mitos e incertezas que representam barreiras importantes para a realização do exame, incluindo o receio da mamografia.

Apesar de o exame gerar uma leve sensação de incômodo em algumas mulheres, os ganhos de detectar a doença em seu estágio inicial são inestimáveis. Quando o câncer de mama é identificado precocemente, as probabilidades de cura e o sucesso do tratamento são consideravelmente elevadas, e o risco de mortalidade pela enfermidade pode ser drasticamente diminuído.

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A realização de mamografias é fundamental para a saúde da mulher, que não deve negligenciá-la por causa do desconforto, pois pode impedir o diagnóstico precoce do câncer, reduzindo as chances de cura para a paciente, reforça a radiologista Dra. Fernanda Philadelpho, da clínica CDPI e do Alta Diagnósticos, no Rio de Janeiro.

A médica apresenta 6 orientações para aumentar a segurança durante a mamografia. Veja!

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A compressão é absolutamente essencial, pois favorece a distribuição uniforme do tecido mamário, auxiliando na identificação de possíveis lesões e permitindo o emprego de menor quantidade de radiação.

A dor durante a mamografia está relacionada ao nível de sensibilidade e à ansiedade da paciente. A compressão produz apenas um incômodo passageiro, sem causar danos ou efeitos colaterais.

A tendência é que a avaliação provoque um rápido incômodo ao comprimir as mamas no mamógrafo. Contudo, algumas pacientes são mais sensíveis à dor nessa região do que outras. Nesses casos, potencializamos o diálogo com a paciente, comenta a médica.

Para minimizar o incômodo, é recomendável agendar o exame cerca de uma semana após o término do período menstrual. Nesse momento, os seios estarão menos sensíveis.

A radiologista afirma que as próteses de silicone não dificultam a visualização da estrutura da mama nas imagens. O exame também não compromete a integridade do material das próteses, sendo autorizado para pacientes com silicone. Durante o exame, são empregadas algumas técnicas para melhorar a visualização do tecido ao redor das próteses, como o deslocamento posterior dos implantes.

Caso não seja a primeira vez que a paciente realiza o exame, é importante levar os antigos para que o radiologista possa comparar possíveis mudanças sutis ao longo do tempo. “Isso é parte fundamental do exame e pode fazer a diferença em muitos casos, reduzindo ainda a necessidade de incidências complementares na mamografia”, explica a Dra. Fernanda Philadelpho. Além disso, aconselha-se informar o médico sobre o histórico pessoal e familiar da paciente, o uso de tratamentos hormonais e a realização de cirurgias e biópsias anteriores.

O câncer de mama pode ser resultado de uma combinação de fatores, como hereditariedade, predisposição genética e influências ambientais. Dessa forma, mulheres sem histórico da doença na família também têm chances de desenvolver esse tipo de tumor ao longo da vida, assim como outros tipos de câncer que não dependem apenas de fatores hereditários para se manifestar.

A mamografia é um exame essencial no rastreamento do câncer de mama, além de ser eficaz para identificar outras alterações que podem surgir nessa região. Assim, todas as mulheres devem incluí-lo em sua rotina de cuidados com a saúde, que deve iniciar aos 40 anos para aquelas que não têm histórico de câncer de mama na família e aos 35 ou 30 anos para as que possuem casos, principalmente em parentes diretos, como a mãe, em que se suspeita de risco genético.

Por Rachel Lopes

Fonte por: Carta Capital

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